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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Huis Clos é um dos espectáculos pelos quais Sílvia Filipe é nomeada para o Prémio Autores SPA/RTP como melhor actriz de teatro 2009. Parabéns Sílvia!

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Sílvia Filipe e Anabela Almeida em Huis Clos, fotografia de José Carlos Duarte.
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Nomeada na mesma categoria está também Tânia Alves que, em 2007, integrou o elenco de desempacotando a minha biblioteca. Parabéns Tânia!
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Nomeado na categoria de melhor actor de cinema está Fernando Santos (pelo seu desempenho em “Morrer como um homem”) que também integrou o elenco de desempacotando a minha biblioteca. Parabéns Fernando!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

chinoiserie + real/show + Huis Clos + o duplo + Spitx = 2009

Ana Brandão, Anabela Almeida, António Gonçalves, Bernardo de Almeida, Bruno Huca, Carlos Conceição, CCB, Circular, Citemor, Cláudia Gaiolas, Cláudia Silva, Eva Nunes, Festival Y, Hugo Barbosa, João d'Almeida, Jorge Andrade, José Álvaro Correia, José Capela, José Carlos Duarte, Magda Bull, Maria Matos, Miguel Loureiro, Miguel Rocha, O Espaço do Tempo, Rui Lima, Rui Ribeiro, Sérgio Martins, Sílvia Filipe, Teatro Municipal de Bragança, Temps d'Images, Vera Kalantrupmann, ZDB

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Huis Clos no Negócio (ZDB) até dia 27, todos os dias às 21.30



Huis Clos é um espectáculo de teatro a partir de uma peça de teatro. Desde Os Justos, estreado em 2004, não fazíamos uma peça. Temos vindo a adoptar materiais não-dramáticos como ponto de partida e a fazer depender da natureza desses materiais a resolução dos espectáculos. Uma colecção de selos, o registo áudio de um jantar preparado conjuntamente por três amigas, documentários sobre violência e sobre catástrofes, um ensaio de Walter Benjamin, os grandes discursos políticos da História, um conjunto de cerca de 2000 bibelots.  Em Huis Clos, entre o divertimento de regressar a um modo de fazer canónico e a desconfiança em relação a esse cânone, propusemo-nos um exercício de equilibrismo. Apresentar o texto como uma obra de literatura que se basta a si mesma ou diluí-lo numa “encenação”. A possibilidade de uma representação verosímil, que se tenta aproximar do virtuosismo, ou a cena apresentada como infra-estrutura. A movimentação emocional do triângulo de personagens ou o carácter esquemático, quase matemático, do texto de Sartre.


texto Jean-Paul Sartre, 1944 . tradução mala voadora . direcção Jorge Andrade . com Anabela Almeida, Bernardo de Almeida, Jorge Andrade e Sílvia Filipe . cenografia José Capela . luz João d’Almeida . fotografia José Carlos Duarte

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Huis Clos, 27 de Maio de 1944, Théâtre du Vieux-Colombier

9782070368075
Michel Vitold (Garcin), Gaby Sylvia (Estelle) e Tania Balachova (Inès)

terça-feira, 18 de agosto de 2009